Dirty Glory: novo álbum virá mais direto, orgânico e dinâmico

Após soltar o single/clipe com a versão Hard Rock de “Uma Noite e ½”, gravada originalmente há trinta anos pela cantora Marina Lima, a banda Dirty Glory deu início ao processo de composição do sucessor do álbum de estreia, “Mind The Gap”, lançado em novembro de 2015, no Brasil, e em maio de 2016 no restante do mundo pelo selo americano Perris Records.
“Estamos compondo o disco novo, que ainda não tem título. Geralmente fechamos a parte melódica primeiro, com linhas vocais e riffs, para depois desenvolver as letras. O processo sempre nasce de um refrão ou de um riff e já estamos com bastante material para trabalhar”, comemora o vocalista Jimmi DG.
O guitarrista Reichhardt revela que o processo tem sido bem natural. “Tomamos o cuidado de nunca estressar nada para não sair forçado ou apressado. Tem dia que não rola nada e tem dia que a música sai inteira pronta em meia hora”. O guitarrista ainda aponta um fator novo em relação ao ‘debut’, pois se trata de um processo diferente. “Trocamos de baixista depois de gravar o álbum e ele tem somado bastante nas composições, junto do fato de que agora temos só um guitarrista. Até então, Jimmi pegava os riffs e fazia 80% das músicas sozinho. Agora, estamos fazendo todos juntos e, em minha opinião, o novo disco vai superar ‘Mind The Gap’. Estamos buscando colocar mais de nós mesmos, como um grupo, nas novas composições. Ainda é cedo para descrever o que vai ser o próximo disco, mas decidimos colocar menos pressão e limites no que deve ou não deve ser um disco de Rock ‘n’ Roll”, destaca.
Este novo processo, aliás, já foi utilizado para a versão de “Uma Noite e ½” e, segundo a banda, com um resultado extremamente satisfatório. “Soa mais como um grupo do que algo superproduzido. O Dirty Glory vai vir diferente, com mais fome!”, observa Jimmi DG. “As influências são várias, mas a pegada é um mix de Mr. Big, Danger Danger, Van Halen, Pantera, ZZ Top, e por que não elementos fora do Rock? Ou seja, vai ter riff, vai ter refrão, vai ter groove e vai ter Rock ‘n’ Roll”, conclui Reichhardt.
Veja o clipe da versão para “Uma Noite e ½”, elogiado pela própria Marina Lima, clicando aqui.
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