Dark Avenger: “pesado, instigante, desafiador e maravilhosamente envolvente”
Antecipando o lançamento de seu novo, e ansiosamente aguardado, álbum “The Beloved Bones: Hell”, o Dark Avenger disponibilizou o trabalho para alguns veículos da mídia especializada.
Um dos que receberam e já lançaram uma resenha foi o respeitadíssimo Metal Samsara, que se rendeu ‘aos encantos’ do álbum e o premiou com nota máxima e com as palavras: “Ele é pesado, instigante, desafiador e maravilhosamente envolvente, ilustrando o conflito entre o Emocional e o Racional em todos nós diante da vida(…)”. O texto mostrou que o editor, Marcos “Big Daddy” Garcia, se aprofundou ao máximo no disco para tentar extrair várias de suas nuances: “Apesar de ser um disco de fácil assimilação, ‘The Beloved Bones’ mostra uma complexidade musical única, já que o grupo mostra arranjos primorosos em cada instrumento, bem como vinhetas e narrativas vão aclimatando o ouvinte. E sem falar que os vocais estão ainda melhores, usando uma diversidade de timbres muito boa. Ou seja, o Dark Avenger é como um bom vinho: quanto mais envelhecido, melhor”. A matéria termina com o editor sendo franco e direto: “‘The Beloved Bones’ é um disco fenomenal, que mostra que o Dark Avenger ainda tem seu lugar garantido entre os grandes nomes do Metal nacional”. Leia a resenha completa clicando aqui.
“The Beloved Bones: Hell” está previsto para ser lançado no dia primeiro de agosto e pode ser considerado o mais ambicioso da carreira do grupo.
O álbum segue uma linha conceitual, em que o interlocutor conversa consigo mesmo em uma jornada para dentro do EU, em um embate entre o emocional e racional, passando por onze estágios mentais de quem atravessa um período de insatisfação e infelicidade.
O material teve todo o conceito criado pelo ‘frontman’ Mário Linhares e conta com composições do cantor e também dos guitarristas Glauber Oliveira e Hugo Santiago. Glauber assina toda a produção do álbum, além da gravação e mixagem do disco, que foram realizadas no Asylum Studios, em Brasília/DF. A masterização ficou a cargo de Tony Lindgren, que trabalhou com vários nomes do Metal mundial.
A arte da capa ficou nas mãos do artista gráfico francês Bernard Bitler, e representa os sentimentos e emanações mentais presentes no álbum.