Warfield Death: dissecando o ‘debut’ álbum em entrevista ao Odicelaf Webzine
Visando divulgar ainda mais o seu ‘debut’ álbum, “Sucumbindo ao Medo”, a banda sergipana de Death Metal Warfield Death foi destaque no blog Odicelaf Webzine, para onde concedeu uma entrevista.
Em um bate-papo, conduzido por Adauto Dantas, o vocalista Marcos Paulo “Viking” falou, dentre outros assuntos, sobre os oito anos do grupo, mudanças na formação, cena do Metal em Sergipe e aproveitou para dissecar o supracitado trabalho, comentando um pouco da sua visão faixa a faixa. Confira: “‘Brutal’, trata da história de um soldado que de maneira reversa apresenta sua vida em um campo de batalha, e percebe toda a manipulação e a falta de motivos reais para dedicar a sua vida àquela causa, e demonstrando todo o seu ódio e insatisfação aos que o enganaram e o puseram ali. ‘Vingança Infernal’, fala da realidade de que algum dia qualquer um de nós sente, ou sentiu. Destacando o sedento desejo de vingança e as formas com o que o personagem na música pretende chegar a essa finalidade com seu desafeto. ‘Sucumbindo ao medo’, tem a depressão, o suicídio, a falta de esperança na vida como pontos centrais. A vida do personagem é um misto de declínio, desilusão e dor por não conseguir continuar a viver. ‘Mãos Fechadas para a injustiça’, fala sobre temas que nos deixam barbarizados. Como todas as coisas ruins que correm no mundo e quantas pessoas que são suscetíveis ao sofrimento por conta de regimes políticos, e outros que por dedicar sua vida a causas nobres e que no final nem ao menos foram reconhecidos, pois o que prospera no mundo é a covardia, a miséria e o extermínio por motivos banais. ‘Sangue Derramado’, a música é uma série de fatos narrados sobre carnificinas, guerras e lideres canalhas que se aproveitam do poder para realizar seus desejos sádicos. ‘Mercadores da Morte’, trata de guerras, mas também de autorias e de responsabilidade dos que a produzem e dos que as abastecem, e nela cobramos a dívida pelos crimes praticados por eles contra a humanidade. ‘Uma Festa Que Acaba Em Funeral’, utiliza como tema central as festas de rua, os carnavais e qualquer outra denominação para esse tipo de reunião que provoca mortes, violência e que não agrega valores nenhum para o povo”.