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ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
 

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Hell Underground – Since 1998

Evento: Hell Underground – Since 1998
Data: 26/07/2014
Local: Wong Bar – Porto. Pelotas/RS
Bandas:
- Trail Of Sins (Gothic/Doom Metal – RS)
- Hate Handles (Thrash/Death Metal – RS)
- M-26 (Dark Metal – RS)

Resenha e fotos: Luiz Teixeira

Um dos festivais mais tradicionais do Rio Grande do Sul retornou em grande estilo: com o lançamento do disco “Misantropia”, do M-26 (que também voltava após uma década). E a viagem ao passado não parou por aí: este redator pôde reencontrar lendas da cena local que há muitos anos não via. A descrição perfeita da noite foi de Aroldo Garcia, ex-vocalista do Aphelion: “Tá um cheiro de naftalina aqui!”.

E como foi? Buenos, primeiro, o ambiente do Wong Bar, na zona portuária da cidade, é ‘calibrado’ para esse tipo de evento. Mais de uma centena de pessoas foram bater cabeça numa noite que não foi tão fria quanto prometida (ou os conhaques que venderam também não deixaram ser).

Sobre o equipamento: um entendido de cena pesada como Rubira Gordão com certeza deixaria o som no melhor nível, permitindo que as bandas executassem seu ‘set’ sem sobressaltos.

E sobre as performances? Nesse caso, a abertura ficou por conta da pelotense Trail Of Sins, que é Metal, e passeia pelo Doom, pelo Gothic, pelo tradicional, até por nuances mais modernas, e fez o local desabar. Se a ideia era ser um aquecimento para o show principal, a turma conseguiu incendiar o público, com a energia aflita da ‘frontwoman’ Nany Yates, ladeada pela experiente Paula Oliveira (baixista na banda).

Em seguida, o Hate Handles baixou de Caxias para destruir com seu Death/Thrash Metal fincado na escola europeia do final dos anos 90. Pancadaria pura, com sons tirados do seu CD de estreia.

Agora sim, a banda que inovou no Dark Metal (era Black, era Doom, era Death, era Gothic, era tudo ao mesmo) gaúcho estava de volta: M-26. Contando na formação com Jean Gularte (vocal), Carla Domingues (vocal), Patrícia Porto (baixo), André Lisboa (baixo), Gabriel Porto (bateria) e Bruno Añaña (guitarra), o grupo derreteu o local com clássicos como “Vejo A Dor”, “Lágrimas de Desidéria”, “Solidão” e “Choro Em Silêncio”. Mais: pausaram no meio do ‘set’ para chamar o antigo guitarrista Alexandre Fernandes, e tocarem como quarteto (Jean, André, Gabriel e Alexandre) as primais “Outubro” e “Alívio” (com sua estrofe impecável “Alívio... a morte venceu”). Depois, voltou o ‘line-up’ normal para fechar com seu maior clássico: “Entre As Ruínas do Caos”. Tchê, o lugar entrou em erupção, conferia-se no rosto de cada trintão aquele olhar do tipo “no meu tempo”, e se via a admiração presente no semblante dos neófitos. Jean Gularte cumpriu magistralmente o papel de substituir o monstro Ronaldo Campello, o sujeito tem uma voz cavernosa e muito carisma, é tipo um Meat Loaf da música obscura; Carla Domingues encantava, um exagero de graciosidade vocal, chegou até a reclamar de certa apatia do público. Fazer o quê? Estava todo mundo embasbacado com a cantora lírica que brilhou nos palcos europeus; André Lisboa, carregador de piano da tropa, ainda explodindo efeitos nas quatro cordas, com palhetadas taciturnas; Patrícia Porto fez o outro baixo (sim, dois contra-baixos) com maestria e extrema técnica; Gabriel Porto desmontou a bateria nas antigas, arrebentou nas variações das novas, e também lembrou os tempos antigos; Bruno Añaña (também da Postmortem) era o mezzo membro, mezzo fã, encaixando como uma luva no grupo, tocando à beira da perfeição vários clássicos. Falando em clássicos, Alexandre Fernandes subiu ao palco para tocar as músicas da Demo “Outubro” e fechar com a supracitada “Entre As Ruínas do Caos”, sendo aclamado como ‘mestre’ por guitarristas que estavam batendo cabeça diante do palco. Enfim, esse redator que vos escreve acompanhou a vida, a morte e a ressurreição dessa maravilha chamada M-26, quase um apóstolo. Alívio, o Dark Metal venceu.
 
 
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