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ALTERA O
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SUNRUNNER - Heliodromus


SUNRUNNER
“Heliodromus”
Minotauro – Imp.

Apesar de não ter o nome muito difundido no Brasil, a banda americana Sunrunner já tem oito anos de formação (surgiu em 2008 na cidade de Portland, Meine, EUA), e com “Heliodromus” chega ao seu terceiro full lenght lançado (o novo álbum é antecedido por “Eyes of the Master” – 2011 e “Time in Stone” – 2013). Não conheço os álbuns anteriores, mas pelo release que eu recebi a banda, desde sua formação, transita, em sua musicalidade, pelo Heavy Metal e o Rock Progressivo. E é justamente isso que ouvimos nesse novo álbum, uma boa mistura entre guitarras mais pesadas, tipicamente Heavy Metal tradicional, com passagens que remetem o ouvinte ao tradicional Rock Progressivo, daquele ouvido na década de 70. Mas não só a isso se prende a musicalidade do Sunrunner, já quem alguns temas trazem certa inclinação para a música Folk, mas, esse último estilo, em pequenas proporções. E talvez o uso de instrumentos como Ukulele, violinos, arranjos de flautas, entre outros, é quem acentue essa impressão da música Folk no que o Sunrunner apresenta nesse disco. Os vocais, que são divididos entre os músicos, apesar de David Joy (também baixo) ser o vocalista principal, seguem uma linha mais limpa e suave, nos andamentos que pedem vocais mais, digamos, ‘viajados’. Em “Corax” vem uma música de aura mais depressiva, com certa influência do Black Sabbath nos riffs e a adição certeira de violino, além de outros perceptíveis tipos de instrumentos inusitados, que criam um clima de solidão na música. Mas a banda nunca deixa de ter passagens pesadas nas músicas apresentadas, por mais amenas que tais músicas sejam. A temática lírica, como informado no release, também segue uma linha inusitada, já que fala sobre os mistérios do mistraísmo, religião pagã nascida na época helenística, ou seja, há mais de dois mil anos. Mesmo inserindo diversos instrumentos, além de algumas linhas, de certo modo, intricadas, as músicas do Sunrunner não podem ser qualificadas como Prog Metal, justamente por contar com partes mais pesadas e de riffs simples, tipicamente Heavy Metal, como ouvido em “The Horizon Speaks”, música onde o baixo se encontra bem presente, ou em “Technology’s Luster”, mais direta e despojada. As músicas também não são demasiadamente longas, a não ser pela faixa-título, que conta com mais de 21 minutos de duração e diversos andamentos, com muita influência Progressiva. Longa, mas não cansativa. O álbum ainda conta com duas músicas instrumentais: “Dies Natalis Soli Invicti” (curta e que inicia o CD) e a viajante “Passage”. A formação é complementada por Joe Martignetti (guitarra), Ted MacInnes (bateria), além de outros instrumentistas, que não estão na formação oficial, mas constam no encarte, e alguns músicos convidados, responsáveis por alguns dos instrumentos inusitados já mencionados. A arte da capa, a cargo de Jan Barlow, e que recebe o nome de “Song of the Earth”, só vem para valorizar ainda mais esse belíssimo trabalho.

Site: www.sunrunnermusic.com

Resenha por Valterlir Mendes
 
 
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