Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Publicidade RML

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
   
Capa
Entrevistas
Equipe
Mural
News
Contato
Reviews
CD's
DVD's
Demos
Magazines
Shows
Multimídia
Fotos
Links
Bandas
Zines
Gravadoras
Rádios
Diversos

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
Untitled Document
 
 

Versão para impressão .

Enviar por e-mail .

Receber newsletter .

Versão PDF  .

Relatar Erro [erro]

 

Reviews Cds's

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
 

Recife Metal Law - O seu portal de informação!

 

BLACKNING - Alienation


BLACKNING
“Alienation”
Vingança Music – Nac.

Seria “Alienation” uma extensão de “Order of Chaos”? Acho que a resposta deve ser positiva, afinal uma banda, em início, deve manter suas características principais, mas esse novo álbum do Blackning vai mais além. Tudo bem, a banda ainda traz os resquícios de seu primeiro álbum (não poderia ser diferente), porém mostrando uma evolução incrível e fugindo das influências que teve no ‘debut’. Não, a banda não vem fazendo um som revolucionário ou com misturas para soar em processo de “evolução”. O que ouvimos nesse novo disco é uma banda ainda mais com “sangue nos olhos”, mais agressiva, mas sem deixar de lado as bases trabalhadas e o peso em alguns andamentos. Riffs fortes, velozes e solos desgarrados, que se encaixam muito bem nas músicas, criando uma atmosfera ríspida e agressiva, numa musicalidade que agradará em cheio aos fãs do Thrash Metal; que agradará em cheio aqueles que adoram bater cabeça e que curte músicas que convidam ao mosh. É isso que ouvimos em pouco mais de meia hora de “Alienation”: músicas que são, de verdade, um convite para bater cabeça, para agitar. A produção sonora, mais uma vez, ficou por conta de Fabiano Penna e masterização por conta de Neto Grous. Nota-se uma melhora, em comparação com o primeiro álbum, porém nada de limpeza em demasia, para, assim, deixar a sonoridade do Blackning bem orgânica. O disco traz dez petardos que praticamente não oscilam entre um e outro, ou seja, são músicas que mantém o mesmo nível, da primeira a última faixa. Não, elas não soam iguais. Sim, todas elas contêm o mesmo nível musical. É o tipo de álbum que você coloca para rolar e ele não te deixa pular uma faixa sequer. Não tem como não se empolgar a ouvir a faixa de abertura, “Street Justice”, um Thrash Metal furioso, que logo abre espaço para a veloz e não menos furiosa “Thru the Eyes”, com as guitarras criando riffs de enlouquecer, além de solos que são de deixar um largo sorriso no rosto do Headbanger! Os backing vocals, que são feitos pelo baterista Elvis Santos e pelo baterista Francisco Stanich, são de grande importância para encorpar ainda mais as músicas, o que já é feito magistralmente pela ‘cozinha’ formada por ambos. A agressividade vocal de Cleber Orsioli ainda é latente, porém ele segurou um pouco mais nos graves e suas linhas estão bem inteligíveis. “Mechanical Minds”, os riffs dessa música farão lembrar uma velha banda, que teve seu auge na década de 80, e que hoje se tornou bem chata. Ainda bem que o Blacking mostra nesse disco como deve soar uma música Thrash Metal. Posso falar aqui, sem parar, de todas as músicas: “Dark Days” (o que é a linha de baixo dessa música?), “Weapons of Intolerance”, “The Rotten Institution”... São típicas músicas que grudam e que estavam fazendo falta no meio Heavy Metal. Um disco quando é realmente muito bom, passa rápido, e é isso que acontece com “Alienation”. O Metal nacional pariu mais um disco inspirado, beirando a perfeição. Tudo foi bem cuidado, da parte sonora à parte gráfica, com o CD envolto num encarte digipack e uma arte gráfica impactante. Eu estou sendo exagerado? Ouçam “Alienation” no volume máximo, e tire você mesmo suas próprias conclusões, ainda mais ao ser atacado pela última faixa: “Corporation”!

Site: www.blackining.com
E-mail: blackningthrash@gmail.com

Resenha por Valterlir Mendes
 
 
Busca no site
 
Veja tambm