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ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
 

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HEAVENLESS - Whocantbenamed


HEAVENLESS
“Whocantbenamed”
Rising – Nac.


A expressão que define alguns estilos dentro da enorme ramificação que é o Heavy Metal nem sempre são vistos com bons olhos ou, no caso, bons ouvidos. Deatcore, Metalcore, são alguns rótulos que alguns mais ortodoxos torcem o nariz. O Heavenless se encaixa na proposta do Deathcore, felizmente fugindo daquela linha com vocais limpos e enfadonhos, e carregando em sua musicalidade mais peso e densidade. O seu primeiro álbum, “Whocantbenamed” foi lançado em 2017, primeiramente no formato digital e depois fisicamente pelo selo conterrâneo Rising. O disco conta com nove músicas que se espalham em cerca de 40 minutos de duração e, como disse, tem uma sonoridade mais contemporânea, mas nunca deixando de soar Metal. Mas notei que na nervosa música de abertura, “Enter Hades”, há algo de nordestino, no badalar de alguns sinos, geralmente usados em caprinos de alguns lugarejos do nosso Estado. Mas, sonoramente, a música é um esporro! Com boas dosagens de peso, mescladas à partes mais marcadas, além dos vocais potentes de Kalyl Lamarck (que também é responsável pelas fortes linhas graves - leia-se baixo - encontradas no álbum). Notei que veio algo de sua antiga banda (Monster Coyote) em algumas passagens instrumentais, no que diz respeito às passagens mais densas, por vezes lembrando algo do Industrial. A produção sonora do disco, feita por Cassio Zamboto na própria cidade da banda, Mossoró/RN, vem num patamar excelente, evidenciando todo o peso emanado pelo instrumental do Heavenless. A parte gráfica, num tom escuro, ao lado da capa do disco, chegam a lembrar as artes de bandas de Black Metal. Gostei bastante da parte visual. Mas, também, gostei bastante do lado musical. Sinceramente, se Deathcore é isso que o Heavenless faz, o estilo é muito bom, afinal o Death Metal está lá, poucas passagens que lembram o Hardcore, passagens em meio tempo e vocais assombrosos. Isso é a música dessa banda, que é complementada por Vicente “Mad Butcher” Andrade (bateria) e Vinicius Martins. Esqueçam os rótulos. Escutem a pesada e densa música do Heavenless!

Site: www.facebook.com/heavenless666

Resenha por Valterlir Mendes
 
 
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