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ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
 

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KRUCIPHA - Hindsight Square One


KRUCIPHA
“Hindsight Square One”
Independente – Nac.


Na internet existem algumas definições para a sonoridade do Krucipha, entre elas Groove Metal, Experimental Thrash Metal, Metalcore, entre outras, mas antes de ler as definições da música da banda, o mais sensato a se fazer é ouvi-la. Sim, as definições acima dão, ao ouvinte, certa ideia do que o Krucipha faz em termos sonoros. É uma música mais contemporânea, carregando no groove e, inclusive, lançando mão de algumas batidas tribais, fazendo uso de instrumento exótico, como o caso da alfaia, um instrumento de percussão usado no maracatu. Mas, veja bem, tudo é usado de forma dosada, e as batidas de percussão não são o carro-chefe da música do Krucipha. O que conduz a sonoridade da banda é um peso incrível, isso sim! Para se ouvir a música do quarteto – na época do lançamento de “Hindsight Square One” formado por Fabiano Guolo(vocal e guitarra), João Ricardo Cavali (baixo), Felipe Nester (bateria) e Jgör Nosnyój (percussão e vocal) – o ouvinte deve se despir de qualquer pré-conceito. Não que haja experimentações exacerbadas, mas algo mais moderno nas linhas instrumentais e no tipo de gravação, o que deixou o instrumental com certa afinação baixa e certos andamentos mais pesados. Músicas como “Greater Good Parasite” e “Pulse” chegam a lembrar o Korzus, porém mais velozes e pesadas. “Denial” também chega a lembrar o Korzus, mais precisamente do disco “KZS”, porém apresentando andamentos mais cadenciados e tensos. Já “Indigenous Self” vem bem ‘grooveada’ e numa linha sonora perto do que os húngaros do Ektomorf fazem, inclusive nos vocais. “The Warning” traz as participações de Henrique Vivi e Fernanda Hay, sendo uma música com pegadas mais contemporâneas e com alguns efeitos nos vocais. É um disco contemporâneo, que alguns podem apontar como sendo um disco moderno, no meio Heavy Metal. Ouvimos músicas com afinação baixa, partes cheias de groove, baixo bem latente e uma bateria eficaz, cheia de técnica e viradas insanas, partes marcadas, numa junção praticamente perfeita de peso e groove. É uma música que agrada – mesmo eu sendo do tipo que vim da ‘velha escola’. O Krucipha, com sua música, traz peso, cadência. É uma banda competente, seja na parte instrumental, com algumas partes lembrando essa ou aquela banda, mas que faz um som com caraterísticas próprias e que convence. A parte gráfica ficou bem interessante e sua capa intrigante. Propositalmente distorcida e que tem que ser revirada para um melhor entendimento. Belíssima estreia!

Site: www.facebook.com/krucipha

Resenha por Valterlir Mendes
 
 
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