Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Publicidade RML

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
   
Capa
Entrevistas
Equipe
Mural
News
Contato
Reviews
CD's
DVD's
Demos
Magazines
Shows
Multimídia
Fotos
Links
Bandas
Zines
Gravadoras
Rádios
Diversos

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
Untitled Document
 
 

Versão para impressão .

Enviar por e-mail .

Receber newsletter .

Versão PDF  .

Relatar Erro [erro]

 

News

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA
 

Recife Metal Law - O seu portal de informação!

 

Facing Fear: conheça detalhes sobre a carreira e influências do vocalista



A banda carioca Facing Fear, após lançar o EP “Lutaremos Pelo Metal”, de 2017, e o álbum “Ana Jansen”, em 2019, alcançou um grande destaque dentro do cenário nacional, alavancado por seu True Metal cativante.
Boa parte desse destaque pode ser creditado à figura carismática do vocalista Terry Painkiller.

Aproveitando uma pausa entre os trabalhos de preparação do próximo álbum, “Marginal Metal”, o ‘frontman’ dedicou um tempo para nos contar um pouco mais sobre sua trajetória como músico e suas influências. Vamos conferir!

Conte como descobriu a música e o Rock and Roll (qual foi seu primeiro contato?).
A música sempre fez parte do meu dia a dia na infância. Minha falecida mãe não passava um minuto sem ouvir música, cantarolando melodias a esmo, independente do ritmo que tivesse no ar. Meu interesse pela música como objetivo, contudo, concretizou-se quando entrei no Ensino Médio. Foi quando tive contato com um círculo diferente de pessoas, dos quais alguns participaram da minha primeira formação de banda. Nem lembro o nome do conjunto, mas lembro tentarmos soar uma coisa, quando, na verdade, não soávamos a porcaria nenhuma. (risos). Lembro que fui expulso dessa banda, pois disseram que eu era muito mandão. Isso foi bom, porque o tempo seguinte serviu para eu estudar.

Como descobriu que seria vocalista?
Foi nessa mesma banda que eu decidi pelo vocal, mas nada de paixão pelo Canto ou coisa do tipo. A verdade é que eu não tinha uma condição financeira que me permitisse comprar instrumentos musicais. Na época, queria ser guitarrista, mas era inviável. Então, já que o Canto só precisava da voz, optei por este caminho. Depois que fui expulso da banda, passei alguns anos estudando sozinho, pegando dicas e orientações de professores, pois fazer aulas era muito caro. Até que entrei em um Coral da minha cidade. Isso foi extremamente relevante para os estudos. Um recado para a galera que quer ser vocalista: procurem profissionais para auxiliar. Estudar Canto sozinho é extremamente perigoso. Não recomendo para ninguém.

Cite três vocalistas que te influenciam.
Fácil. Rob Halford, Jeff Scott Soto e Dio. Halford consegue trabalhar diversos timbres e parece ter uma caixa infinita de melodias. A maioria dos vocalistas possui uma caixinha de sapatos e repetem melodias depois do terceiro ou quarto disco. Soto, pela facilidade com que consegue cantar vários estilos, além daquele ‘drive’ que, na minha opinião, é o melhor do mundo. Para finalizar, Dio. Conseguiu se manter na geração do “quanto mais agudo melhor”, sem precisar miar como a maioria dos vocais da década de 80. Além de todas as suas qualidades técnicas, essa sua postura com relação aos seus trabalhos, na minha opinião, foi inspiradora.

Cite três músicas marcantes para você.
É estranho para mim, esse lance de destacar músicas. Pois, geralmente, me marco pelos álbuns, mantenho o hábito de escutar álbuns na íntegra. Se eu tivesse que destacar três músicas, no entanto, a primeira seria “Painkiller”, por tudo que representa como força, potência, a personificação do Heavy Metal, na minha opinião. A primeira vez que ouvi esta música, abrindo o disco, foi uma sensação avassaladora. A segunda, “Stand Up And Shout”, do Dio. Música que mais curto dele. Rápida, agressiva e feroz. A terceira, “The Battle Of Evermore”, do Led Zeppelin, uma música que me leva a algum lugar intangível, como se me embebedasse de frequências que os sentidos não conseguem captar.

Como você se inspira para compor?
Leitura. Gosto muito de ler, mas não sou seletivo com obras, apesar de não pegar alguns contos infantojuvenis. Leio muitas obras aleatórias, de estudos acadêmicos aos romances. No fim, parece que a mente pega tudo isso, mistura com o momento em que se vive e induz melodias e ideias. Enfim, é muita doideira. Acredito muito que todos os compositores deveriam ler mais. A Literatura é uma grande aliada, auxiliando com a exploração da imaginação, com expressões e com estilos.

Deixe um recado aos leitores.
Desliguem a TV, largue um pouco suas redes sociais e vão ler livros. Não tem entorpecente melhor do que a leitura. Quando você encontra o gênero que mais se encaixa, gera uma sensação de dependência surreal. Você quer alimentar-se daquilo o tempo todo. A vantagem é que você não destruirá a sua saúde. (risos) Ah! E escutem Facing Fear enquanto leem.

Ouça o EP “Lutaremos pelo Metal”, de 2017, no Spotify.

Mais informações:
www.facebook.com/Facingfearhmb
www.instagram.com/facingfearbr
 
 
Busca no site
 
Veja tambm